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sábado, 27 de julho de 2013

PRECISA SE DE CORRETOR DE IMÓVEIS!

 

Algumas pessoas podem achar dispensável a intermediação de um corretor em uma transação imobiliária, mas certamente mudarão de ideia ao descobrir a complexidade da burocracia e da jurisdição na compra, locação e administração de imóveis.


O Corretor de Imoveis é um facilitador de negócios imobiliários como intermediação de vendas e locação. Quando mais conhecimento tiver se torna um consultor que pode opinar quanto as formas de negócios imobiliário.

As imobiliárias precisam de profissionais na área de venda, especialistas em comercialização.


Pessoas que realmente podem fazer a diferença em negociações e atendimento ao cliente.
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Chamados de "agentes de comércio", durante o período de colonização do Brasil, quando atuaram primeiro na comercialização de imóveis rurais e depois atraindo investidores para terras a serem desbravadas, os profissionais conquistaram o status de corretores de imóveis em 1942, por meio de uma carta sindical do Ministério do Trabalho.


A regulamentação da profissão ocorreu vinte anos mais tarde.

Com a regulamentação da categoria e a criação de conselhos federal e regionais, a profissão deixou de ser uma atividade secundária e se transformou na principal fonte de renda de muitas pessoas.

Essa mudança de cenário, aliada aos novos rumos do mercado imobiliário, aumentou a exigência da qualificação dos profissionais e, em 1978, uma alteração na lei concedeu aos corretores o título de técnico em transações imobiliárias.


Hoje,
  é preciso ter o curso técnico em transações imobiliárias.


O curso com grade multidisciplinar - onde o aluno aprende matemática financeira, língua portuguesa, avaliação imobiliária, noções de informática, direito e legislação e operações imobiliárias - é a porta de entrada para o exercício da atividade. Outra exigência da profissão é o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis - Creci.


Ainda há opções de cursos específicos para atualização e especialização na área imobiliaria e são bastante procurados por profissionais que buscam atuar em determinada área. Atualmente é tão ampla a área de atuação do corretor que alguns buscam especialização em lançamentos, imóveis de terceiros, financiamento, fazendas, locação universitária, locação de temporada, avaliadores, entre outros.


Também existem cursos superiores de gestão de negócios imobiliários e MBA em Gestão Imobiliária.
Para se dar bem na profissão o Corretor de Imoveis precisa ter uma visão global do mercado imobiliário e especialização na região e no segmento que atua, pois somente com esses requisitos pode dar um atendimento profissional a quem o procura.


Se antecipar ao cenário econômico a fim de orientar os clientes interessados em migrar ou alternar seu investimento, habilidade no trato com pessoas, educação ao falar e se comportar são requisitos muito importante para quem quer se dar bem na profissão.


Segundo a tabela do Creci, a comissão de venda de Imoveis urbanos e de 6% devendo ser dividido por quantos corretores participam da venda e deve ser paga pelo vendedor salvo acordo entre as partes.


Para quem contrata, tranqüilidade em ser assessorado por um Profissional.


Para o profissional, orgulho em ser reconhecido como tal.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Imagine se nao houvesse a profissão de Corretor de Imóveis…..

 

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Uma forma de melhor avaliarmos a importância e relevância de uma profissão é imaginarmos, hipoteticamente, o que aconteceria se ela simplesmente não existisse.

Assim, comece a imaginar como ficaria nossas vidas sem médicos, policiais ou professores. Sem dúvida alguma, nossas vidas seriam em muito dificultadas.

Muito bem, da mesma forma, vamos imaginar o que ocorreria se, por ventura, não existissem corretores de imóveis.

É possível que muitos clientes se precipitem e, inadvertidamente, pensem que seria muito melhor se corretores não existissem. Se pensam assim é porque talvez ainda não tenham experimentado os frutos do trabalho de um verdadeiro corretor de imóveis.


Imaginar que uma sociedade não sentiria as conseqüências de um mercado desassistido de corretores de imóveis revela um desconhecimento claro do papel deste profissional. Para provar isso, convido-lhe a responder às seguintes perguntas, todas partindo da seguinte premissa:


Se não existissem os corretores de imóveis...
... quem, com seus conhecimentos de mercado e sensibilidade humana, auxiliaria os clientes na análise e identificação das melhores soluções em imóveis para as necessidades de sua família?;... quem, com seu olho clínico e visão de futuro, garantiria ao comprador que o imóvel está isento de vícios construtivos e se trata de investimento com grande possibilidade de valorização?;


... quem, com seus conhecimentos jurídicos, auxiliaria os compradores na análise e tramitação de toda a documentação de seu novo imóvel?;


... quem, com seu apurado senso estético e arquitetônico, poderia lhe orientar na melhor utilização dos espaços de seu novo imóvel?;


... quem, com inegável e real interesse em sua satisfação, iria lhe orientar e indicar vários profissionais para resolver todas as suas necessidades pós-compra do imóvel?.


Você acha que o mundo seria melhor sem os corretores de imóveis exatamente porque o que lhe atendeu não fez nada do que está descrito acima?

Deixe-me lhe dizer uma coisa: se ele não agiu como acima, então ele não era um verdadeiro corretor.

E deixe-me lhe garantir outra coisa: existem inúmeros excepcionais corretores em nosso mercado, prontos a lhe atender e lhe mostrar que nossas vidas seriam bem mais difíceis se esses profissionais não existissem.


Duas dicas para você descobrir se está realmente diante de um verdadeiro corretor:


1 - exija que lhe apresente a carteira profissional;


2 - pergunte o que ele pode e pretende fazer por você.


Se a resposta coincidir com a lista acima, fique tranqüilo. Você está prestes a ser mais um dos vários clientes que já passaram pela prazerosa experiência de, ao final de uma boa negociação imobiliária, dizerem: que bom ter um corretor!

domingo, 21 de julho de 2013

RESIDENCIAL VILLA FELICE

 

PARA SUA FAMILIA TER O MELHOR PARA VIVER!

LANÇAMENTO PERTO DA PRAIA – LOCAL DE FACIL ACESSO E PERTO DO COMÉRCIO.

 

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Lançamento no Bairro Jardim Guilhermina.

2 & 3 Dormitórios

Varanda Gourmet

1 OU 2 vagas de garagem

Lazer Completo

Área Útil de 74 m²

Pisicna com raia

Playground

Comércios na Região: Supermercado,padaria,farmácia,restaurante,escola

Valor a partir: R$  263.300,00

Entrada a partir: R$ 31.330,00

 

Carvalho Investimento Imobiliária, sempre com voce!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dica para escolher sua casa.. Capitulo 01

 

Nós temos 13 dicas para te ajudar a escolher sua casa…. Vamos dar 7 delas….

As outras 7 no proximo Capitulo!

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Primeiro veja se a rua é tranquila e segura, sem feira-livre ou barzinhos por perto.

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Veja se há padarias, supermercados, farmácias, escolas e hospitais na vizinhança

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gue cinzas de cigarro dentro do vaso sanitário, se elas se moverem sem a descarga ser acionada, é sinal de vazamento.

Se a água sair com cor de ferrugem nas torneiras pode ser um aviso de que as tubulações estão enferrujadas e precisam de substituição.

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Se a pintura interna estiver fresca, pode ser uma tentativa de mascarar algum vazamento, infiltração ou bolor. O mesmo vale para o teto, especialmente do banheiro.

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Se a fachada do prédio estiver ruim, pode haver reforma em breve, com aumento de condomínio

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Se o sol bater no imóvel de manhã, o local é face norte, considerada a melhor. Se for incidente à tarde, o imóvel tem face noroeste. Não é ruim, mas há propensão de ficar abafado à noite

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Acenda, em horário de pico (das 18h às 21h) todas as luzes da casa e, se houver, ligue dois chuveiros elétricos de uma vez. Se a intensidade de luz baixar ou mesmo um dos chuveiros ficar com a água fria, a rede elétrica precisa de reforma

Aprendendo a desaprender

 

Pra vencermos, quase sempre precisaremos desaprender muito daquilo a que fomos doutrinados ao longo da vida, nos atrevermos a manter a esperança em meio ao caos e termos a disposição de colocarmos os nossos sonhos em prática em meio à descrença

Não tenha medo! Independentemente das injustiças que presenciamos, somos capazes de superar os obstáculos e conquistarmos muito mais do que tentaram nos convencer desde ainda muito pequenos

Desde pequenos, escutamos que devíamos estudar, tirar boas notas para arrumarmos um bom emprego e passarmos toda a vida pagando uma casa própria que compramos financiada em 30 anos por um banco do governo, onde viveríamos pelo resto da vida.


Desde pequenos, assistimos a muitas matérias em telejornais, entrevistando desempregados desesperados e endividados, em busca de uma oportunidade numa enorme fila dos excluídos. Isso dava um medo do futuro...


Desde pequenas, muitas meninas ouviram: "homem não presta"; enquanto, do outro lado, muitos meninos ouviam: "mulher é tudo vagabunda". Mais do que ouvir, muitos assistiram de camarote, como num reality show, o casamento de seus pais se dilacerar, regado a um tempero de muitos gritos, agressões e desrespeito.


Crescemos.

E agora, como estarmos pronto para esperar mais da vida sem ter medo dela? Como sonhar em empreender, correr mais riscos, sem o pavor de sermos um daqueles desempregados e endividados das matérias a que assistimos? Como se entregar a um relacionamento de corpo e alma, sem temermos nos machucar?


Pra vencermos em várias áreas da vida, quase sempre precisaremos DESAPRENDER muito daquilo a que fomos doutrinados ao longo da vida e nos atrevermos a manter a esperança em meio ao caos e a disposição de colocarmos os nossos sonhos em prática em meio à descrença difundida por todas as partes.


Não tenha medo! Independentemente das injustiças que presenciamos, somos capazes de superar os obstáculos e conquistarmos muito mais do que tentaram nos convencer desde ainda muito pequenos.

Gostaria muito de ter o poder de lhe fazer acreditar que a vida é muito mais do que tentaram lhe convencer, mas este poder está somente em suas mãos.

administradores.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Escorrendo .. Uma cronica!

 

Ilustração: Thais Beltrame

Aos 5 anos de idade o mundo é esmagadoramente mais forte do que a gente. (Aos 30 também, mas aprendemos umas manhas que, se não anulam a desproporção, ao menos disfarçam nossa pequenez.)


A ignorância não é uma bênção, é uma condenação: compreender a origem dos nossos incômodos faz uma grande diferença. Mas como, com tão poucas palavras ao nosso dispor?

Palavras são ferramentas que usamos para desmontar o mundo e remontá-lo dentro da nossa cabeça. Sem as ferramentas precisas, ficamos a espanar parafusos com pontas de facas, a destruir porcas com alicates.


Com 2 anos, meu nariz escorria sem parar na sala de aula. Eu não sabia assoar, nem sequer sabia que existia isso: assoar. Apenas enxugava o que descia na manga do uniforme, conformado, até ficar com o nariz assado.


Lembro-me bem da sensação da meia sendo comida pela galocha enquanto eu andava. A cada passo, ela ia se engruvinhando mais e mais na frente do pé, faltando no calcanhar, e eu aceitava o infortúnio como se fosse uma praga rogada pelos deuses, uma sina.

Não passava pela minha cabeça trocar de meia, desistir da galocha, pedir ajuda aos adultos: a vida era assim, não havia o que fazer.


Numas férias, meu pai apareceu antes do combinado para pegar minha irmã e eu na casa dos meus avós. Durante 400 quilômetros, falou que existiam pessoas boas e pessoas más,que aconteciam coisas que a gente não conseguia entender, que mesmo as pessoas más podiam fazer coisas boas e as pessoas boas, coisas más.

Já quase chegando a São Paulo,
contou que nosso vizinho, de 6 anos, tinha levado um tiro.


Naquela noite, enquanto as crianças da rua brincavam - mais quietas do que o habitual, sob um véu inominável -, um dos garotos disse: "Bem-feito! Ele é muito chato".


Hoje, penso que pode ter sido sua maneira de lidar com uma realidade esmagadoramente
mais forte do que ele.


Meu vizinho, felizmente, sobreviveu. Nossa ingenuidade é que não: ficou ali, estirada entre amendoeiras e paralelepípedos, sendo iluminada pela lâmpada intermitente de
mercúrio, depois que todas as crianças voltaram para suas casas.

 

Antonio PRATA.

Corretor da Madrugada : Baladas e Feiras Noturnas…que farra?

 

Já passa da meia-noite e um engravatado se encaminha a um dos boxes do Mercado Municipal de São Paulo, onde a partir desta hora são vendidas frutas para os atacadistas e recebidas as mercadorias para o dia seguinte.

Invertendo os papéis, o corretor Nilton Fernandes Beato, de 39 anos, vai ao mercado em busca de clientes, gente interessada em comprar apartamentos durante a madrugada.

Vendo imóveis para quem trabalha à noite e para quem curte a noite. [...] estou na madrugada e vendi 14 [apartamentos]"

Nilton Fernandes Beato, corretor

O nicho inusitado foi descoberto por acaso. Corretor há cerca de oito meses, Beato não tinha conseguido vender nenhum apartamento, atender nenhum cliente. Até o dia em que ficou depois da hora no estande e conseguiu o primeiro interessado. Nascia ali o corretor da madrugada. “Vendo imóveis para quem trabalha à noite e para quem curte a noite.

Estou há oito meses trabalhando como corretor. Em quatro, não vendi nada. Nos outros quatro, estou na madrugada e vendi 14”, diz Beato. Em junho, ele foi o segundo maior vendedor entre os 3 mil corretores com quem trabalha.

Entre os negócios fechados por Beato estão apartamentos na avenida Brigadeiro Luis Antonio (na região central da capital), de 40 e 57 m², por até R$ 450 mil, e no Brás, de 53 e 63 m², por até R$ 400 mil. Em Campinas, vendeu imóvel no bairro Cambuí, de 46 e 65 m², por até R$ 420 mil.

Beato começou a nova rotina perto da balada, abordando quem estava a caminho de uma boate ou de um teatro, que ficam no centro de São Paulo. Vendeu seis apartamentos. “Tem casal namorando, sonhando em ter apartamento e você chega oferecendo um, eles pensam”, conta Beato.

Nilton Fernandes Beato, corretor nas madrugadas de São Paulo (Foto: Reprodução)Nilton Fernandes Beato, corretor nas madrugadas,
oferece imóveis em São Paulo (Foto: Reprodução)

A filha da gerente comercial Mônica de Andrade e o namorado dela foram um dos casais que caíram nas graças de Beato na madrugada.

A caminho da balada, a moça viu o estande, armado com bebidas para seduzir os clientes, e levou o material informativo à mãe. No domingo, durante o dia, Mônica e o marido foram conhecer o empreendimento e, na segunda-feira, fecharam a compra de duas unidades. “Eu nunca ia imaginar que tinha apartamento sendo vendido de madrugada. Achei uma baita sacada”, diz Mônica, de 46 anos.

Eu nunca ia imaginar que tinha apartamento sendo vendido de madrugada. Achei uma baita sacada”

Mônica de Andrade, gerente comercial

Mercado Municipal


Acabadas as unidades em São Paulo, Beato foi vender apartamentos em Campinas. Como não encontrou balada perto dos imóveis, surgiu a ideia de peregrinar pela Ceasa-Campinas (Centrais de Abastecimento de Campinas). “Eu fornecia frutas no Paraná, principalmente uva, por isso sabia como funcionava à noite”, conta. Vendeu mais oito apartamentos e se tornou o segundo maior vendedor do ranking de 3 mil corretores da empresa em que trabalha.

 

O Mercado Municipal é o terceiro lugar por onde ele circula. “Esse pessoal que trabalha não tem dia livre. Trabalham durante a noite e não têm tempo, então eles preferem olhar durante a noite. Quem está na balada aproveita para ver o apartamento sem tanta gente”, diz Beato. “A balada é melhor, sempre tem filho de papai, né?”

Esse pessoal que trabalha não tem dia livre. Trabalham durante a noite e não têm tempo, então eles preferem olhar durante a noite"

 

Para vender, Beato carrega os folders do imóvel e não poupa o gogó – explica o empreendimento, a localização, insiste, volta

. Empolgado, ele diz que chegou a trabalhar 24 horas seguidas, fazendo o horário normal e a noite. Hoje, entra por volta das 14h quando vai "fazer madrugada".

No Mercado de São Paulo, fala com oito, dez proprietários de boxes por noite.

Um deles é Moacir Dib, 61 anos, que está negociando um apartamento no prédio Estação Brás, da incorporadora Setin, que custa cerca de R$ 360 mil. “Acho que ele teve, sim, uma boa ideia de vender na madrugada. Não muda comprar na madrugada ou de dia, acho que tudo é questão se serve, se cabe pra gente”, diz Dib, que trabalha há 36 anos